29 de maio de 2011

Vou esperar.

No meu quarto escuro,
sem sombras, nem ruídos,
me lembro dos seus olhos.
Daqueles profundos olhos que eu não quero esquecer jamais.

Por instantes eu me lembro de tudo que passamos,
nasce uma lágrima em meus olhos,
lembro das palavras, dos gestos, dos sonhos que sonhei sozinha.
Lembro da dor
e do dia em que prometi para as estrelas que mais nada me pararia.

Não vou desistir do que me faz sorrir.
Não vou me trancar e fingir que nada importa.
Vou cuidar de mim, enquanto não estou em seus braços novamente.